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Dos 30 maiores produtores de fumo do Brasil, levando em conta os dados da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), 13 estão no Rio Grande do Sul, outros oito no Paraná e nove em Santa Catarina. A liderança do ranking segue com Canguçu. O município gaúcho concentrou a produção de 24.224,6 toneladas, seguido do paranaense São João do Triunfo com 23.041,9 toneladas.


Venâncio Aires, outro gaúcho, ficou na 3ª posição com 20.668,8 toneladas e Itaiópolis, catarinense, 19.326,9 toneladas. São Lourenço do Sul, do Rio Grande do Sul fecha a lista dos cinco maiores com 18.307,2, seguido de perto por Rio Azul do Paraná com 17.676,5 toneladas e Canoinhas, em Santa Catarina, com 15.125,6 toneladas.


Com informações e imagem/reprodução da Afubra


 
 
 

Os dados são da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) e são obtidos por meio de pesquisas realizadas juntos aos produtores de tabaco. A divulgação feita nesta sexta-feira (22/08) mostra um aumento de 41,7% em relação à safra passada, fechando a safra sul-brasileira 2024/2025 em 719.891 toneladas ante ao total de 461.866 de 2023/2024. A receita bruta do produtor finalizou em R$ 14.575.024.850,46, sendo 23,7% maior que a safra passada.


A estimativa feita em novembro do ano passado apontava a previsão de colheita na casa de 696.435 toneladas, número superado em 3,4% no fechamento da efetiva produção alcançada na safra sul-brasileira, segundo esses dados oficiais. Foram 648.189 toneladas totais de Virgínia, aumento de 40,3% em relação à safra anterior; 59.629 de Burley – 57,3% a mais que 2023/2024 e 12.073 de Comum, crescimento de 46,2%.


O presidente da Afubra, Marcilio Drescher, explica a diferença está elencada à vários fatores. “A safra 2023/2024 teve uma quebra na produtividade, devido à instabilidade de clima em algumas regiões produtoras; com isso, o preço pago foi mais atrativo”, cita. A redução no preço pago por grãos e os bons valores do tabaco culminaram com o aumento de área plantada e de número de famílias envolvidas na cadeia produtiva.


“A produtividade do tabaco na safra 2024/2025 foi, de modo geral, considerada dentro da normalidade. Embora não tenha se caracterizado como uma safra excepcional, o desempenho foi estável, com resultados médios adequados e sem perdas generalizadas. Alguns impactos pontuais em determinadas regiões limitaram um desempenho mais expressivo, mas não comprometeram o resultado geral”, destaca a Afubra.


“Esses fatores explicam o aumento significativo no volume total da produção, considerando ainda que vem ocorrendo aumento na área plantada nas últimas três safras. E, nesta safra que finda, com a volta da produtividade normal, o volume de produção se evidencia com mais força, pois combina área ampliada com produtividade normalizada”, acrescenta. Rio Grande do Sul teve um incremento de 37,9%, Santa Catarina 50,5% e o Paraná 13,6%, comparando com a safra anterior.


Com informações e imagem/divulgação da Afubra.


 
 
 

O ESG Experience, realizado nesta quinta-feira (21/08) em Santa Cruz do Sul reuniu especialistas e trouxe ‘cases inspiradores’ relativos à sustentabilidade, responsabilidade social e governança corporativa para “transformar negócios e comunidades”. ESG é a sigla, em inglês, para Environmental, Social and Governance (Ambiental, Social e Governança) contemplando essa amplitude relativa à amplitude de agendas e ações desenvolvidas.


O evento teve protagonismo do tabaco conforme o Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco). BAT Brasil, China Brasil Tabacos, JTI e Philip Morris apresentaram “cases de sucesso que demonstram o engajamento nas agendas ambiental, social e de governança”, explica a entidade sindical. “A Alliance One Brasil também participou como apoiadora do evento. O engajamento não é pontual”, acrescenta o organismo.


A programação incluiu palestras e painéis temático. “O SindiTabaco, entidade que congrega 14 empresas do setor, tem histórico consolidado em práticas sustentáveis alicerçadas pelo Sistema Integrado de Produção de Tabaco (SIPT)”, reforça o sindicato. Essa integração existe há mais de 100 anos e “serve de inspiração para outras cadeias produtivas”, cita a instituição. “Engajar e conscientizar os produtores integrados sobre boas práticas agrícolas é uma das missões da assistência técnica gratuita oferecida pelo SIPT”, reafirma.


“Mesmo antes do termo ESG ser cunhado, a cadeia produtiva do tabaco já atuava em programas de combate ao trabalho infantil, além de iniciativas voltadas à logística reversa, ao reflorestamento e o correto manejo do solo”, afirma a assessora técnica do SindiTabaco, Fernanda Viana Bender, segundo a assessoria da entidade sindical. Ela participou do evento e disse que a participação “corrobora a maturidade do setor frente às pautas socioambientais”.


“A sustentabilidade deixou de ser um diferencial: é uma prioridade estratégica para este setor que está historicamente ligado ao desenvolvimento regional”, destaca. De certa forma o ESG Experience visava esses eixos “sustentabilidade, responsabilidade social e governança corporativa podem transformar negócios e comunidades”. Disso a promoção de debates e relatos de experiências reais e citação de possíveis caminhos “para um futuro mais ético, inovador e sustentável”.


Com informações e imagens

do SindiTabaco.

 
 
 
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