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Sem custo fechado, tabaco não tem preço definido para venda

  • Foto do escritor: O Fumilcultor Site
    O Fumilcultor Site
  • 11 de jan.
  • 2 min de leitura

As rodadas de reuniões para definir a tabela de preços do tabaco da safra 2025/2026 estão marcadas para os dias 19 e 20 de janeiro, após um "atraso excepcional na conclusão do levantamento do custo de produção". A informação foi confirmada pelo presidente da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), Marcilio Drescher, no final do ano passado.


De acordo com a Afubra, a safra de tabaco 2025/2026 já ultrapassou 50% do total colhido na primeira semana de janeiro, e a comercialização começa a ganhar ritmo de forma gradual nas principais regiões produtoras do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. A definição do reajuste das tabelas de preço mínimo deve ocorrer em reuniões, na próxima semana, no âmbito das Cadecs (Comissões de Acompanhamento, Desenvolvimento e Conciliação da Integração).


Segundo Drescher, o problema ocorreu na terceira e última etapa do levantamento, relacionada à mão de obra, fase que normalmente encerra a apuração da safra. Com isso, a comissão de representação dos fumicultores não conseguiu ter, ainda em dezembro, os índices preliminares necessários para discutir possíveis reajustes.


“Um dos motivos para este atraso foi a alta incidência de granizo, o que fez com que nossa equipe de campo concentrasse esforços no atendimento, com a maior rapidez possível, aos nossos associados que tiveram lavouras atingidas”, afirmou o presidente da Afubra.


Com o levantamento concluído, Drescher explica que falta apenas a conciliação final, empresa por empresa, prevista para a primeira semana de janeiro. A partir dessa etapa, a entidade poderá iniciar a agenda de reuniões que deve tratar da definição do preço médio e dos parâmetros que compõem a tabela para a safra 2025/2026.


O presidente também ressaltou que o produtor que comercializa o tabaco antes da definição do preço médio não sofre prejuízo. De acordo com ele, o valor será complementado posteriormente, conforme o índice de correção que vier a ser acordado entre a representação dos produtores e as empresas fumageiras.


A comissão representativa dos produtores de tabaco é composta pela Afubra e pelas Federações da Agricultura (Farsul, Faesc e Faep) e dos Trabalhadores Rurais (Fetag, Fetaesc e Fetaep) do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.


Com informações da Afubra e imagem Junio Nunes/Afubra.

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