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Atualizado: 4 de abr. de 2025




Os dados são da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), com encerramento do pagamentos concluídos no dia 5 de junho de 2024. O pagamento dos auxílios aos associados que tiveram lavouras de tabaco atingidas por granizo na safra 2023/2024 atingiu R$ 216 milhões, sendo 20% superior ao pago no ciclo anterior. De 2022 para o ano seguinte havia aumentado 44%, nesses comparativos de indenizações.


Segundo o tesoureiro da entidade, Fabricio Murini, a safra passada teve uma maior incidência de granizo, comparada com a anterior. “Em 2022/2023 foram cerca de 21 mil lavouras atingidas. A safra atual teve mais de 36,5 mil lavouras atingidas; ou seja, 74% a mais”, explica. A média das indenizações por cada local atingido onde havia o plantio de tabaco ficou na casa de R$ 4.932,00, conforme esses dados.


Se levar em conta as últimas safras, é possível observar um salto de 44% de 2022 para 2023, acima dos 20% registrado na safra anterior. Safra 2020/2021 – R$ 120 milhões, safra 2021/2022 – R$ 125 milhões, safra 2022/2023 – R$ 180 milhões e safra 2023/2024 – R$ 216 milhões. Além do granizo, as indenizações cobre auxílio funeral e reconstrução de estufas.


“Os valores referentes à queima de estufas e auxílio funeral sempre são quitados na sequência à solicitação, no caso do auxílio funeral, e da avaliação, no caso da queima da estufa. Na safra atual esse valor, até o momento, passou dos R$ 23 milhões”, acrescentou Fabricio Murini. De certa forma, por mais que os valores não sejam tão altos é uma modelo para ao menos amenizar estragos ocorridos.


Com informações e imagem da Afubra.

 
 
 

Atualizado: 4 de abr. de 2025




A produção sul-brasileira de tabaco da safra 2023/2024 atingiu 508.041 toneladas, ficando abaixo das estimativas previstas pela Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) onde se apontava 522.857 toneladas a serem produzidas. As condições climáticas influenciaram a redução de produção. A variedade Virgínia chegou a 461.866 toneladas; o Burley, 37.915; e o Galpão Comum, 8.260 toneladas.


Diante da queda de estimativa, citada e novembro de 2023, o presidente da Afubra, Marcilio Laurindo Drescher, explicou que o cálculo é realizado usando o número de pés inscritos no Sistema Mutualista, por variedade de tabaco, somando-se o número de pés dos produtores que não estão inscritos no Sistema, mais um percentual de produtores que plantaram a mais ou a menos que o inscrito inicialmente.


“Conseguimos ter certeza da área plantada; produtividade e produção dependem de clima e tratos culturais. Inclusive, a produtividade sofreu influência direta do El Niño, que provocou um clima mais úmido e quente", explicou. Rio Grande do Sul e Santa Catarina tiveram chuvas acima da média, causando aumento de umidade do solo e doenças fúngicas nas lavouras. Isso atrapalho o desenvolvimento das lavouras.


Ainda, o período de chuvas atrapalho a colheita e a secagem do tabaco. No Paraná, além do aumento no índice de chuvas, a planta sofreu "com a elevação das temperaturas que aceleraram o ciclo de desenvolvimento do tabaco, o que afetou o seu crescimento​”, mencionou o presidente da Afubra.


Em relação à safra anterior, o Rio Grande do Sul teve uma quebra de 14,4%, fechando a produção em 219.992 toneladas (198.272 de Virgínia, 20.987 de Burley e 733 toneladas de Comum). A participação estadual é de 43,3% na produção sul-brasileira, tendo área plantada de 125.996 hectares (7,1% a mais), produzidas por 68.582 famílias produtoras (+5,9%). Com os problemas climáticos, a produtividade ficou, no geral, 20,1% menor que na safra passada.


Em Santa Catarina estão outras 40.103 famílias de fumicultores (+7,2% em relação a ciclo anterior) e produziram 150.315 toneladas de tabaco (-21,8%): 138.519 no Virgínia (-21,5%), 10.753 no Burley (-25,6%) e 1.043 toneladas no Comum (-18%). Com uma área de 84.280 hectares (+8,8%) a representação do Estado chega à 29,6% da produção sul-brasileira. A produtividade também foi castigada pelo clima.


E no Paraná, em 73.908 hectares (+11%), as 24.580 famílias produtoras (+7,8%) produziram 137.734 toneladas de tabaco (-12%): 125.075 de Virgínia (-12,8%), 6.175 de Burley (-16,5%) e 6.484 de Comum (+12,4%). Os paranaenses produziram 27,1% da produção sul-brasileira. No geral, mesmo com o acréscimo de área plantada, a quebra de safra foi de 22,7%, na produtividade, numa média sul-brasileira, o que fez com que o preço pago ao produtor fosse maior.


Com informações e imagem da Afubra.

 
 
 

Atualizado: 6 de abr. de 2025





A Philip Morris International (PMI) é uma empresa internacional e lidera o comércio de tabaco. A fumageira trabalha para oferecer 'um futuro sem fumaça', expandindo seu portfólio a longo prazo para incluir produtos fora do setor de tabaco e nicotina, sem alterações na cadeia produtiva. Atuando no Brasil, o intuito é de potencializar produtos já permitidos de serem vendidos em outros locais do mundo.


"O atual portfólio de produtos da empresa consiste principalmente em cigarros e produtos sem fumaça, incluindo tabaco aquecido, vapor e produtos de nicotina oral", cita uma publicação da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra). Nos últimos 17 anos, a fumageira afirma ter investido US$12.5 bilhões "no desenvolvimento de produtos inovadores sem fumaça, cientificamente substanciados, para adultos que, de outra forma, continuariam a fumar".


A construção de capacidades de avaliação científica de classe mundial, principalmente nas áreas de toxicologia de sistemas pré-clínica, pesquisa clínica e comportamental, bem como estudos pós-mercado são ações desenvolvidas esse campo. Em novembro de 2022, a empresa adquiriu a Swedish Match – empresa líder em produtos de entrega oral de nicotina.


Depois, teve autorização da Food and Drug Administration (FDA) dos Estados Unidos da América (EUA) para comercializar versões dos dispositivos e consumíveis IQOS Platform 1 da PMI como Produtos de Tabaco de Risco Modificado (MRTPs), constatando que as ordens de modificação de exposição para esses produtos são apropriadas.


Em 30 de junho de 2024, 90 mercados dispunham de produtos sem fumaça da PMI, e a empresa estima que aproximadamente 36,5 milhões de adultos em todo o mundo já mudaram para o IQOS e pararam de fumar. Os produtos sem fumaça representaram aproximadamente 38% da receita líquida total da PMI no primeiro semestre de 2024. A empresa já demonstrou ambição de expandir suas ações comerciais nesse campo.


Com informações e imagem PMI Science.

 
 
 
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