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A safra de fumo 2024/2025 está sendo marcada por um aumento alarmante nos prejuízos causados por temporais de granizo. Produtores do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná enfrentam um cenário de perdas milionárias, com milhares de propriedades afetadas e um crescimento exponencial no acionamento de seguros. O clima de inverno estendido atrasou o desenvolvimento das lavouras e isso evita, ao menos, danos maiores nas folhas do tabaco.

 

No Rio Grande do Sul, principal estado produtor, a situação é crítica. Não diferente no Paraná e Santa Catarina. A Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) reportou um aumento de 46% no número de lavouras atingidas em comparação com a safra anterior. Todas as 18 microrregiões registraram ocorrências, passando de 5,5 mil lavouras com danos. 46% a mais de lavouras atingidas. Os picos de granizo são registrados, geralmente, entre dezembro e janeiro. Diferente nesse ano.

 

No Paraná, região de Irati e Imbituva, passou de 520 lavouras na safra passada (nesse mesmo período) para 1.460. Em Santa Cruz do Sul, na matriz da Afubra, havia sido contabilizado 352 casos de granizo no ano passado e em 2025 superou mil lavouras. Contudo, o número de folhas perdidas é menor por conta do inverno estendido, chamado assim, tem mantido o clima com temperadas mais frias e prejudicado o desenvolvimento mais rápido do tabaco.

 

De acordo com a Afubra, mesmo assim se registrou 5,25% a mais de perda de folhas, base para a contabilidade de granizo quando do acionamento do seguro. O valor financeiro a ser credito aos produtores com essas ocorrências, é mais expressivo por conta da correção da unidade referencial mutual – base de cálculo das indenizações – 8,8% a mais para a atual safra. Reforçando ainda, a importância de manter as lavouras asseguradas.


Com informações da Afubra e imagem divulgação/IA/Adapta.

 
 
 
Mapa Mental gerado por IA - ONE Pro Adapta - Arte sobre foto: divulgação SindiTabaco
Mapa Mental gerado por IA - ONE Pro Adapta - Arte sobre foto: divulgação SindiTabaco

Em meio a debates globais, a realidade do produtor de tabaco revela uma história de alta rentabilidade, inovação e sustentabilidade que sustenta a economia de mais de 500 cidades no Brasil.


No coração do Sul do Brasil, onde a agricultura familiar desenha a paisagem, a vida de 138 mil produtores de tabaco é o motor que impulsiona a economia de 525 municípios. Longe das discussões em grandes conferências, são eles os verdadeiros protagonistas de uma cultura que garante não apenas o sustento, mas a prosperidade em pequenas propriedades.


Alta Rentabilidade e a Realidade do Produtor

Valmor Thesing, presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), destaca um ponto crucial: a fumicultura é, hoje, uma das atividades mais rentáveis para o pequeno agricultor. Para se ter uma ideia, a renda obtida com apenas um hectare de tabaco exigiria quase oito hectares de soja. Essa vantagem econômica é o que permite a milhares de famílias permanecerem no campo, investindo na diversificação de suas culturas e na qualidade de vida.


O Segredo do Sucesso: Segurança e Inovação

O que torna o cultivo de tabaco tão seguro e rentável? A resposta está no Sistema Integrado de Produção. Diferente de outras culturas, o produtor não está sozinho: ele recebe assistência técnica especializada, apoio financeiro e, o mais importante, a garantia de que toda a sua safra será vendida. Essa segurança é um pilar que permite planejar, investir e crescer com confiança.


Além disso, a cadeia produtiva evoluiu. Com foco em boas práticas agrícolas e na preservação dos recursos naturais, o setor demonstra um compromisso com a sustentabilidade, provando que é possível aliar produção e responsabilidade ambiental.


Um Apelo por Reconhecimento

Apesar de sua importância vital, esses produtores enfrentam um futuro de incertezas. Novas restrições regulatórias, discutidas em eventos como a Conferência das Partes (COP 11), ameaçam impactar severamente a vida dessas famílias e a economia de centenas de cidades que dependem dessa cultura.


A mensagem do setor é clara: valorizar o produtor de tabaco não é ignorar os debates sobre saúde, mas sim incluir no diálogo quem está na base de tudo. Reconhecer esses agricultores como peças fundamentais para o equilíbrio social e econômico do campo é o primeiro passo para construir um futuro justo e sustentável para todos. Eles não são apenas números; são os protagonistas da economia rural.


Com informações do artigo: "OPINIÃO - Produtor de Tabaco: protagonista do desenvolvimento", de Valmor Thesing, presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e imagem divulgação com auxílio de IA - Adapta.

 
 
 

Santa Cruz do Sul, Outubro de 2025 – A 7ª Abertura Oficial da Colheita do Tabaco, evento que integra a agenda oficial do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, será palco de um importante passo em direção à sustentabilidade da agricultura familiar. No dia 7 de novembro, a partir das 14 horas, na propriedade de Anderson Rafael da Silva Barros, em Santa Cruz do Sul (RS), será assinado o Acordo de Cooperação Técnica do Programa Tabaco é Agro: Diversificação das Propriedades.


Coordenada pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), a iniciativa visa estimular o melhor aproveitamento das propriedades rurais por meio da diversificação de culturas. O objetivo é possibilitar novas fontes de renda para os produtores e trazer vantagens para o solo, reforçando o compromisso com um futuro mais sustentável para o setor.


Valmor Thesing, presidente do SindiTabaco, destaca a importância do programa: “Celebrar a Abertura da Colheita é reconhecer o valor da nossa cadeia produtiva. Olhamos para esta safra com orgulho dos resultados e, ao mesmo tempo, reforçamos nosso compromisso com o futuro, investindo na diversificação e em práticas que visam a sustentabilidade da agricultura familiar no Sul do Brasil.”


O Rio Grande do Sul, maior produtor de tabaco do Brasil, com 42% da produção nacional na safra 2024/2025, demonstra com este acordo o empenho em valorizar seus produtores e a relevância do setor para a economia gaúcha, buscando, ao mesmo tempo, a inovação e a sustentabilidade.


Com informações do SindiTabaco e imagem via ChatGPT.

 
 
 
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